O enraizamento do Homem à Terra que o rodeia e ao seu Povo

A imagem do lince ibérico não foi por nós escolhida ao acaso. O lince representa, tal como a identidade dos Povos Europeus, uma espécie ameaçada. Nas últimas décadas, tem sido feito um grande esforço para recuperar os habitats desta espécie, nomeadamente no Vale do Guadiana e na Andaluzia. Facto que nos orgulha e que nos dá alento para continuarmos a fazer o nosso trabalho. Não há ninguém que queira proteger mais o Meio Ambiente do que os Identitários: afirmamos o enraizamento do Homem à Terra que o rodeia e ao seu Povo. Os Povos Europeus, onde se incluem os Portugueses, são resultado das terras que pisam, de que se alimentam e onde habitam, como também da sua ascendência, dos seus antepassados, cultura e das suas origens. Somos, por isso, fruto da Terra e do Sangue.
O nosso entendimento sobre o Ambiente vai muito para além daquele que a esquerda defende: não pretendemos impor visões anti-natura aos Povos, muito menos entrar em devaneios ambientalistas que vêm destronar a própria hierarquia da Natureza.
O Escudo Identitário defende por isso uma nova visão ecológica, que possa conjugar o desenvolvimento económico com a essencial protecção da Natureza e dos seus recursos, respeitando tradições étnicas e culturais dos diferentes povos, abandonado ainda o materialismo selvagem que não olha a meios para obter os tão desejados lucros.

Notícia: https://www.wilder.pt/…/nasceram-as-primeiras-crias-de…/

A habitação não é um jogo

O Escudo Identitário lamenta que não tenha havido um grande planeamento de modo a assegurar o direito de habitação para os Portugueses que auferem menos rendimentos e que, evidentemente, se encontram mais vulneráveis.

Esperamos, naturalmente, que seja dada uma resposta eficaz face a este problema como a isenção do pagamento de IMI, extensão de moratórias e um plano para a restruturação de dívidas para famílias portuguesas mais vulneráveis. O que não poderemos assistir é ao despejo de 60 mil famílias das suas casas.

Nos tempos em que estamos a viver, urge salvaguardarmos o Direito à habitação, pelo que, este não poderá ser submetido ao interesses do Capital, sejam estes oriundos dos bancos, do Estado ou de Bruxelas.

A crise que atravessamos é sui generis

Infelizmente, em 10 anos, o cenário não mudou. Em 2011 enfrentámos a crise de frente: uns a entrar nas universidades, outros a entrar no mercado de trabalho. Sofríamos com os problemas crónicos de uma geração que, apesar de ser a mais qualificada, tinha uma grande dificuldade em encontrar trabalho e com salários que possibilitassem sonhar com condições melhores que aquelas que os nossos pais tiveram. Passados 10 anos, vemos que a realidade não mudou. Os que estavam a entrar nas universidades procuram hoje trabalho estável sem andarem a saltitar de estágio em estágio. Os que estavam a entrar no mercado de trabalho sofrem hoje com a precariedade, salários baixos e instabilidade laboral. Vidas suspensas sem expectativas de melhorias.

A crise que atravessamos é sui generis. Sabemos que veio no meio da aparente recuperação económica (que nunca chegámos a sentir nas nossas vidas). O Governo desdobra-se em anúncios de medidas e apoios que tardam a chegar ao seu destino – as pessoas. Entretanto, nós, jovens, estamos em casa fechados, privados de liberdade e recursos financeiros que nos permitam ver para além dos confinamentos e estados de emergência sucessivos. Queremos que o reconhecimento da geração mais bem preparada seja efectivado: melhores salários, empregos estáveis. No fundo, algo que nos faça sonhar com o futuro. Apelamos a que as medidas anunciadas cheguem rapidamente às empresas e trabalhadores, especialmente os mais vulneráveis e os mais jovens. É crucial dar esperança a toda uma geração que se sente perdida.

Tradição da máscara ibérica

Os caretos ou coretos do Douro e Trás-os-Montes inserem-se na tradição da máscara ibérica do entrudo.

A tradição envolve jovens rapazes em correrias pelas aldeias a fazer todo o tipo de tropelias e violências sobre a população, algumas com teor cómico, outras de carácter punitivo, como que a sentenciar transgressões às normas morais da sociedade.

Os diabretes mascarados criam assim um clima de “terror sagrado” que é ao mesmo tempo uma comédia do ridículo, levando atrás de si a brincadeira, o castigo, o rebuliço, o susto, etc. O entrudo português, dentro da sua génese identitária europeia, é uma cerimónia de purificação espiritual e um exemplo de religiosidade popular.

A Democracia cheira a livros queimados

Livrarias que só vendam livros têm de permanecer encerradas. Mais uma lei incompreensível para mais um confinamento injustificável.
Mais uma vez, são os pequenos comerciantes que se vêm desprotegidos perante a concorrência dos grandes. O resultado será o encerramento de espaços que permitiam que outro pensamento que não o oficial floresça.

Defende o Futuro – Compra já o teu pack

Temos todo o gosto em apresentar o nosso pack “Defende o Futuro”.Poderás optar por adquirir qualquer um dos nossos artigos individualmente ou todos no nosso pack especial! Todas as encomendas efectuadas serão enviadas apartir de dia 3 de Março.

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(Edição limitada ao stock existente. Valor apresentado não inclui portes de envio)

A Solidariedade e a Identidade são conceitos indissociáveis

Mais uma vez, o Escudo Identitário vem provar que não nos podemos esquecer dos mais necessitados nas alturas de maior tormento. Hoje, os Escudistas da Região de Lisboa, dirigiram-se ao Centro Social Paroquial de S. Pedro e S. João do Estoril para reafirmar a certeza de que a Solidariedade e a Identidade são conceitos indissociáveis, pois só ajudando os nossos é que provamos que somos dignos de os representar e defender. O Escudo nunca deixará de empregar o seu combate pela Justiça Social ao serviço da sua Causa Identitária e Escudista!

Para doações via paypal: shop@mail.escudismo.com

Campanha antirracista, prioridade socialista

O Governo socialista é corrupto, como vimos no negócio do Hidrogénio. O governo socialista pode ser nepotista, como vemos pelas relações familiares dos ministros e secretários. O governo socialista pode ser incompetente, como vemos pelos números do Covid-19. Mas uma coisa é certa. Com estes 15 Milhões de Euros dos vossos impostos, o governo prova que não é racista!

Atividade de solidariedade no Porto

Numa altura em que o país está novamente confinado, muitos portugueses estão em casa. Porém, há muitos outros que, por questões da vida e outros azares, têm de estar e viver na rua, muitas vezes longe dos olhares dos Portugueses. Ontem, o Escudo Identitário saiu à rua mais uma vez para ajudar aqueles que mais precisam. A luta política faz-se também no campo da solidariedade para com aqueles que mais precisam da nossa ajuda. Mesmo que obrigados a ficar em casa, não deixaremos de agir pelos nossos.

Doações via paypal: shop@mail.escudismo.com

COVID – COSTA – CRISE

Mais um confinamento inútil a condenar o país à pobreza e à fome. A OMS já advertiu que os confinamentos não podem ser aplicados repetidamente. Os dados provam que os confinamentos têm uma eficácia reduzida. O governo sabia que os números de infectados ia aumentar no Inverno e não fez nada para preparar o SNS.

A comunicação social limita-se a repetir a propaganda do governo. O partidos e os media podem acreditar na necessidade de seguir a corrente, como os cadáveres, aceitando a progressiva redução das nossas liberdades. Nós por cá mantemo-nos irredutíveis e de pé entre as ruínas e é assim, verdadeiramente livres e  verdadeiramente rebeldes, que cobrimos mais uma vez Portugal com os nossos cartazes, de Norte a Sul, em Guimarães, Braga, Porto, Paredes, Ermesinde, Cascais, Lisboa e Faro, toda uma juventude em protesto contra a decadência do Sistema. 

Em breve estaremos em Coimbra e Viseu. O campo de acção do Escudo está cada vez maior.Junta-te à revolução escudista. Defende o Futuro.

Um povo sem história é um povo sem presente

A cada dia que passa sucedem-se os atentados ao património histórico-arqueológico em Portugal. Um pouco por toda a parte, empresários sem escrúpulos, grandes conglomerados estrangeiros e agentes económicos vários, sempre respaldados e protegidos pelos comparças instalados no poder local, têm carta branca para em poucos dias reduzir a escombros a herança milenar legada pelos ilustres antepassados que habitaram estas costas atlânticas. A agricultura intensiva, a extração de recursos minerais ou florestais e os empreendimentos turísticos ou industriais são as desculpas usadas para justificar a destruição do património, sempre sob a capa do crescimento e desenvolvimento económico. A própria justiça, sempre comprometida com interesses económicos obscuros, faz vista grossa aos inúmeros crimes cometidos contra o património público, cada vez mais desprezado pelas políticas deste (des)governo sem rumo. As queixas-crime são sucessivamente arquivadas e os autores dos crimes saem impunes. Nem mesmo o Património Mundial classificado escapa incólume ao vandalismo e destruição perpetrados por ignóbeis sem consciência. Sem uma agenda concreta na defesa do património material e imaterial, vão definhando tradições intemporais e caíndo em ruína os vestígios da obra e da história da povo lusitano. Mas um povo sem história, é um povo sem presente, e um povo sem presente não pode ter esperança de futuro. Sob a falsa bandeira do crescimento económico autarquias vão dando o aval à destruição de importantes locais de reunião e de culto que resistiram à passagem dos séculos ao longo e chegaram até aos nossos dias. De forma criminosa, autarquias aprovam projectos milionários, sem qualquer critério paisagistíco, histórico ou artístico, para que com orçamentos derrapantes, possam encher os bolsos com os impostos do conrtibuinte. É dever obrigatório de todos portugueses serem incansáveis na defesa vigorosa e incondicional das tradições dos antepassados e monumentos do passado, contra todos aqueles que querem ver destruídas as raízes da nação. Ergue-te, defende o passado. Defende o futuro.

Presidenciais 2021

Para a escolha de candidato nas presidenciais, o Escudo distingue as seguintes características que qualquer Chefe de Estado deve ter:

1. Defender a rede de transportes públicos nacionais, especialmente a negligenciada rede de caminhos de ferro. Melhores transportes significa mais condições de trabalho e mais tempos livres.

2. Defender o trabalhador português da precariedade salarial que nasce do abuso da lei laboral e da Imigração excessiva.

3. Defender uma rede de serviços públicos, sejam de saúde, correios, justiça, segurança, etc., que se estendam a todo o país. O Estado tem um papel importante no combate contra a desertificação do país e os interesses estratégicos do país exigem que se volte a valorizar os distritos e concelhos do Interior.

Estes são os pontos que o Escudo considera vitais na agenda de um Chefe de Estado. Menos do que isto é estar preocupado com matérias inúteis.

Apoia os nossos projectos solidários

É especialmente em tempos como este que a ajuda de todos é mais necessária. Nem todos podem estar presentes nas acções políticas ou nas acções de solidariedade, nem todos podem comparecer aos encontros ou aos jantares.

Contudo, há mais formas de ajudar o Escudo. Um pequeno donativo, especialmente se feito com regularidade, ajuda imenso a manter esta chama viva.

Paypal: shop@mail.escudismo.com

Liberdade de expressão

Prestamos hoje solidariedade para com a Secretária Internacional da National Corps, Olena Semenyaka que injustamente foi extripada de uma bolsa para ajudas de custo para a sua investigação académica pelo simples motivo de ter um pensamento que vai contra a corrente do politicamente correcto. O Escudo repudia tais actos de discriminação e de opressão para com a liberdade de expressão. Infelizmente é cada vez mais frequente as pessoas terem de reprimir o seu pensamento se o mesmo não for de acordo com a doutrina pregada das virgens ofendidas, pois pode afectar meia dúzia de indignados na internet que passam o dia a regurgitar insultos e falácias contra aqueles que dispõem de um dom: o de livre pensamento.

Segue abaixo o link da notícia: https://www.vice.com/…/austrian-academic-institute…

Capitão Luís Fernandes, PRESENTE!

“E sobre o português basta recordar o passado que, longe de ser um motivo para nada fazermos, deve constituir uma obrigação imperativa para agirmos. Não compreendo como se criou essa lenda de que o português é contemplativo, sem qualidade de acção…Toda a nossa história diz o contrário”.

Capitão Luís Fernandes, PRESENTE!

2021

Não vamos mentir: pensávamos que ia ser um ano diferente. Tínhamos acções e encontros pensados, temas a abordar. Entretanto, veio a pandemia. Foi um ano difícil para os Portugueses. Milhares ficaram sem trabalho, sem familiares e amigos, sem dinheiro para viver, sem vivências. Dos que tiveram a sorte de manter o trabalho, muitos foram obrigados a manter-se em casa, sem possibilidade de manter a sua vida social. Foi um ano penoso.
O Escudo foi também obrigado a manter-se afastado das acções de rua, alterando a sua maneira de agir: optámos por sugerir livros durante o primeiro confinamento, numa tentativa de dar a conhecer os bons clássicos que constroem o Homem. Ainda assim, já mais perto do final do ano, conseguimos voltar à rua, com as caminhadas, os convívios, as acções e, sobretudo, a tão esperada inauguração da nossa sede, no Porto. Conseguimo-nos manter em pé num mundo que estava em ruínas.
Nesta passagem de ano, o Escudo Identitário deseja que 2021 seja um grande ano para os Portugueses, sobretudo para aqueles que, ao nosso lado, combatem pelo bem-estar, desenvolvimento e identidade do Povo Português. Esperamos que a doença do Covid (tanto aquela que existe, como aquela que se criou na cabeça das pessoas) desapareça, dando origem a um ponto de viragem para os Portugueses.

Queremos que 2021 seja o início da caminhada para um Portugal melhor. Podem sempre contar connosco para defender o Futuro!

Natal solidário em Lisboa

O Escudo Identitário de Lisboa fez hoje questão de tornar o Natal mais feliz para os pequenos Portugueses do IPO.
Lamentamos que o nosso governo trate o Natal como um “pequeno-almoço familiar” e se esqueça de criar condições para, de facto, não deixarmos os mais frágeis isolados ou esquecidos nos hospitais apinhados ou na solidão de casas esvaziadas pelo medo.
Esperamos que os Portugueses consigam encontrar, entre si, nesta época uma fonte de união e de força para enfrentarmos e superarmos os obstáculos que se apresentam diante de todos nós.
Enquanto o Estado maltrata Europeus e faz jogadas políticas, o Escudo Identitário considera que é nosso dever ajudarmos aqueles, Portugueses como nós, que vivem em sofrimento ou em total esquecimento por parte da nossa classe governativa.

Doações via paypal: shop@mail.escudismo.com

Dia da Restauração da Independência

Hoje, dia da Restauração da Independência, o Escudo Identitário fez questão de homenagear, com uma coroa de flores, os “famosos de 40 que lutaram com ardor”. Esta efeméride deve ser entendida como um apelo ao combate para todos os portugueses, pois foi nesta data que se provou que a nossa liberdade só é verdadeiramente alcançada com esforço e sacrifício. A melhor forma de honrarmos os bravos de 1640 é não baixarmos os braços e não nos conformarmos com as injustiças e traições do presente. Acreditamos que todos nós, Escudistas e Portugueses, “repetir saberemos as proezas Portuguesas”.

“P’rá Frente! P’rá Frente!”

Racismo ou Hipocrisia?

Daqui a umas horas vai aparecer o Polígrafo a justificar o apelo de Mamadou Ba à morte do homem branco.
Vão dizer que esse apelo era figurativo, inspirado pela filosofia de Frantz Fanon, um intelectual anti-colonialista.
O que o Polígrafo vai esquecer, ou vai esconder, é que Fanon defendeu a remoção dos colonos franceses da Argélia “com todos os meios necessários”. Ou seja, violência sobre a população civil, ou seja, sabotagem e terrorismo.
Mamadou Ba é um símbolo de um pós-marxismo que, derrotado na luta social e esquecido pelo proletariado, readapta a sua doutrina ao materialismo racialista.
Para este materialismo, a nossa civilização e cultura é apenas um mundo de Homens brancos assassinos e colonialistas a ser derrubado, pela violência se necessário. O mesmo mundo que lhe paga o salário e lhe presta repetidas homenagens.

Honrar os antepassados (1914-1918)

A 11 de novembro de 1918 parou a guerra na Europa.
Depois de autênticos banhos de sangue e de uma chacina nunca antes vista, a Europa conseguiu pela primeira vez, desde 1914, vislumbrar a paz. Infelizmente, essa paz foi alcançada através supremacia dos “grandes” vencedores e não pela justiça entre as Nações, tendo, subsequentemente, conduzido a uma nova instabilidade europeia , dada a sua ineficácia em tratar como iguais todos os povos europeus, já que, essa paz, desprezou certos vencedores e esmagou todos os vencidos.
O Escudo Identitário lembra hoje os nossos antepassados que, combatendo sob a sombra da nossa bandeira nacional e cumprindo o seu dever perante as tristes decisões políticas de então, honraram Portugal com a sua bravura e heroísmo, consagrando à Pátria todo o amor e sacrifício que lhe puderam oferecer. Nas trincheiras lamacentas dos campos da Flandres, longe da Pátria e da família, esses Portugueses juntaram-se, em espírito ou em exemplo, a todos os nossos heróis do passado que, tal como eles, portaram os nossos estandartes por “perigos e guerras esforçados”.
Lembramos também todos os soldados de toda a Europa que pereceram defendendo a honra das suas nações num conflito que pôs irmão contra irmão.
Saibamos entender e honrar o sacrifício de todos os soldados de todas nações, para lutarmos agora, no nosso tempo, por uma Europa unida, respeitando a liberdade soberana de todas as Pátrias e unindo-as, como Mãe de todos os povos europeus, rumo a uma gesta que nos levará a uma nova era ao nível dos tempos gloriosos do nosso passado mais luminoso.

EUROPA-NAÇÃO-REVOLUÇÃO

Defend Europe!

Estamos cansados de escrever grandes textos, com palavras de revolta e tristeza por ver a nossa Europa a ser tomada por dentro, a ser substituída por algo que não é nosso: culturas, tradições e pessoas. Ano após ano, ataque após ataque(s), acabamos sempre por escrever as mesmas palavras! Décadas de más políticas de integração, de portas abertas para todos sem qualquer controlo nas entradas… Guetos criados nas principais cidades Europeias, zonas fechadas aos nacionais, onde a sharia e a ideologia islâmica imperam. Hoje, França foi novamente atacada pelos históricos inimigos da Europa. Hoje já não são usadas bombas, carros ou camiões: basta uma “pessoa” para aterrorizar as ruas e as igrejas. Hoje 3 pessoas morreram à mão dos islâmicos, 4 pessoas ficaram feridas. 2 foram decapitadas, logo de manhã, enquanto rezavam dentro da Basílica de Nice. As ruas foram preteridas pelos locais de culto dos Europeus. Estamos cansados de escrever grandes textos. Estamos cansados das escolhas daqueles que nos governam. Estamos cansados de não serem tomadas medidas que combatam o flagelo do islamismo radical nas suas ruas, nos nossos bairros, nas nossas cidades e nos nossos países. Estamos cansados de nos vermos a ser substituídos por outros que não os nossos filhos e netos. Hoje, só nos podemos solidarizar com os Franceses, com as famílias das vitimas e com todos aqueles que, à semelhança do Escudo Identitário, lutam por uma Europa diferente, nova e bela.
Defend Europe!

A nossa verdadeira Calamidade é esta Geringonça

20 mil milhões de euros em apoios da UE entre 2020 e 2027, fundos para alimentar os boys.50 mil empregos criados para a função pública, votos comprados com a desculpa de “dinamizar o Interior”. Uns trocos para o cidadão comum sob a forma de micro cortes nos impostos, mais uns negócios da China para os grandes magnatas da construção civil e agora a negociata do Hidrogénio. Entretanto, os hospitais sem investimento, os centros de saúde sem material, as escolas sem funcionários. O Governo, no entanto, afirma estar a tentar arquitectar uma solução para a pandemia, que passa por obrigar todos os Portugueses a terem instalada uma aplicação no telemóvel e a usarem máscara na rua. Mas, António Costa, o homem que detesta ser autoritário, parece estar mais preocupado em tentar tornar-se num Cincinato Português (talvez Luso-Indiano) ou em desviar atenções do orçamento de estado, do que em apresentar medidas e propostas sérias para combater a crise pela qual estamos a passar. Perante este governo que implementa normas e medidas que parecem ter sido retiradas de um romance distópico, o Escudo Identitário decidiu agir. Em Lisboa, Porto e Braga os Escudistas fizeram questão de lembrar aos portugueses qual é a verdadeira calamidade: A Geringonça. Os Portugueses têm direito a conhecer a verdade e a serem defendidos por quem os governa. O governo tem de cumprir os seus deveres e as suas funções, os senhores que o encabeçam, têm de começar a preocupar-se com aqueles que deviam proteger, defender e governar, e não com os negócios e capitais que querem atrair.

A nossa verdadeira Calamidade é esta Geringonça.

Juventude ao Poder

“Por todo o nosso universo, a juventude espera. Espera não sabe bem o quê, mas algo de diferente do que lhe prometem os doutores do marxismo ou do liberalismo. Espera, tem esperança em qualquer coisa de novo, que rompa com as idolatrias do presente. A juventude não crê no paraíso futuro, no vindouro reino da abundância que lhe oferece o marxismo, considerando tão rasteiro objectivo incapaz de legitimar os inflexíveis meios de terror empregados. E muito menos crê nas blandícias parlamentaristas e pluripartidárias, nas tentativas de castrar tudo quanto é enérgico, rude, impetuoso, trágico em nome de um conformismo sem conteúdo, de um ethos pequeno-burguês que se aterra perante o que é grande e digno e só conhece as regras da utilidade e, sobretudo, do conforto.
Essa juventude de hoje, revoltada e desorientada, que pretende achar na sua agitação e turbulência, senão uma palavra de ordem definitiva e insuperável, uma hierarquia de valores inabalável e inequívoca, numa ânsia incontida de absoluto?”

António José de Brito
in “Tempo Presente”, 20/12/60.

1º Aniversário do Escudo Identitário

Para comemorar o 1º aniversário do Escudo Identitário mais de 50 Escudistas e Patriotas juntaram-se numa sala de um restaurante e aquilo que começou com um jantar foi seguido por um concerto e terminou num convívio. O ambiente foi marcado por um lado pelo ambiente festivo da data e por outro pelo sentido de urgência que o nosso Portugal e a nossa Europa tanto requerem.

“Hoje mais do que nunca é preciso o Escudo Identitário. É preciso manter acessa a chama da conquista, a chama da juventude, a chama de Portugal.” – Foi uma das frases de um dos discursos proferidos durante o jantar e que serve como um dos lemas do Escudo, Escudo este que está a travar um importantíssimo combate neste momento pelo futuro.

Mais uma vez queremos agradecer a participação de todos sobretudo do grande José Campos e Sousa que nos presenteou com um grande concerto e uma sessão de declamação de poemas que não deixou ninguém indiferente. Foi sem dúvida um grande aniversário que teve uma grande adesão e, comparativamente ao ano passado, demonstra um forte crescimento. Que venham muitos mais anos!

Nem Esquerda nem Direita. Escudo Identitário!

NÃO AO TRÁFICO HUMANO

No dia 8 de Setembro o Escudo Identitário manifestou-se na Praça do Rossio contra aquilo que é convenientemente apelidado de Crise dos Refugiados. No final de 2018 quem afirma que as milhares de pessoas que atravessam diariamente o mediterrâneo são “refugiados” ou é intelectualmente desonesto ou simplesmente ignorante.

Trata-se absolutamente de tráfico humano, em que verdadeiras empresas, com financiamentos no mínimo suspeitos, sob o disfarce de ONG’s humanitárias, rebocam barcos da costa da Líbia em direcção à Europa. Sem dúvida um negócio extremamente lucrativo.

O Escudo não poderia ficar calado enquanto esta catástrofe se desdobra e sem medo protestou frente àqueles que criminosamente apoiam este tráfico. Da nossa parte podem esperar tudo menos a submissão. Não serão insultos nem ameaças de violência física por parte desses grupos que nos irão intimidar ou calar.

Somos e seremos sempre a primeira linha de defesa de Portugal, dos Portugueses e também da Europa.

MATTEO PRESENTE!

No dia 20 de Julho participámos numa conferência na qual estiveram presentes também os italianos da Casapound. Recentemente soubemos que Matteo de 29 anos, um militante deste movimento, faleceu enquanto escalava o Monte Cervino. Matteo, enquanto apaixonado por alpinismo morreu a fazer o que mais gostava.


De certa forma isto revela bem o Espírito Faustiano que tanto caracteriza os Europeus. A sede de conhecimento, de chegar mais longe e de se desafiar dia após dia mesmo com o risco da própria vida. Matteo foi, mas o espírito dele permanece em todos os patriotas. Patriotas estes que tanto em Itália, como em Espanha, França e agora em Portugal resolveram prestar-lhe uma última homenagem.

 
Matteo enfrentou a Montanha, Músculo e espírito perante o desafio, Lá no alto, onde o mundo Antigo e Sagrado encontram a nossa alma sempre jovem, sempre eterna. 

Matteo Presente!

SÍMBOLO E RAZÃO DE EXISTÊNCIA

Essencialmente, o lince ibérico é um animal, tal como o nome indica, autóctone da Península Ibérica, que se encontra em vias de extinção. Assim como este animal se encontra em vias de extinção, pensamos que também as tradições, a cultura, a civilização e os valores que defendemos estão a ser fortemente ameaçados. Da mesma forma que há quem defenda o lince ibérico e lute contra a sua extinção, nós, Escudo Identitário, lutamos pela defesa dos valores nacionais, pela nossa cultura, pelas nossas tradições e pela nossa civilização.

Fundamentalmente, lutamos pela nossa identidade e pelos Portugueses!