Racismo ou Hipocrisia?

Daqui a umas horas vai aparecer o Polígrafo a justificar o apelo de Mamadou Ba à morte do homem branco.
Vão dizer que esse apelo era figurativo, inspirado pela filosofia de Frantz Fanon, um intelectual anti-colonialista.
O que o Polígrafo vai esquecer, ou vai esconder, é que Fanon defendeu a remoção dos colonos franceses da Argélia “com todos os meios necessários”. Ou seja, violência sobre a população civil, ou seja, sabotagem e terrorismo.
Mamadou Ba é um símbolo de um pós-marxismo que, derrotado na luta social e esquecido pelo proletariado, readapta a sua doutrina ao materialismo racialista.
Para este materialismo, a nossa civilização e cultura é apenas um mundo de Homens brancos assassinos e colonialistas a ser derrubado, pela violência se necessário. O mesmo mundo que lhe paga o salário e lhe presta repetidas homenagens.

Honrar os antepassados (1914-1918)

A 11 de novembro de 1918 parou a guerra na Europa.
Depois de autênticos banhos de sangue e de uma chacina nunca antes vista, a Europa conseguiu pela primeira vez, desde 1914, vislumbrar a paz. Infelizmente, essa paz foi alcançada através supremacia dos “grandes” vencedores e não pela justiça entre as Nações, tendo, subsequentemente, conduzido a uma nova instabilidade europeia , dada a sua ineficácia em tratar como iguais todos os povos europeus, já que, essa paz, desprezou certos vencedores e esmagou todos os vencidos.
O Escudo Identitário lembra hoje os nossos antepassados que, combatendo sob a sombra da nossa bandeira nacional e cumprindo o seu dever perante as tristes decisões políticas de então, honraram Portugal com a sua bravura e heroísmo, consagrando à Pátria todo o amor e sacrifício que lhe puderam oferecer. Nas trincheiras lamacentas dos campos da Flandres, longe da Pátria e da família, esses Portugueses juntaram-se, em espírito ou em exemplo, a todos os nossos heróis do passado que, tal como eles, portaram os nossos estandartes por “perigos e guerras esforçados”.
Lembramos também todos os soldados de toda a Europa que pereceram defendendo a honra das suas nações num conflito que pôs irmão contra irmão.
Saibamos entender e honrar o sacrifício de todos os soldados de todas nações, para lutarmos agora, no nosso tempo, por uma Europa unida, respeitando a liberdade soberana de todas as Pátrias e unindo-as, como Mãe de todos os povos europeus, rumo a uma gesta que nos levará a uma nova era ao nível dos tempos gloriosos do nosso passado mais luminoso.

EUROPA-NAÇÃO-REVOLUÇÃO

Defend Europe!

Estamos cansados de escrever grandes textos, com palavras de revolta e tristeza por ver a nossa Europa a ser tomada por dentro, a ser substituída por algo que não é nosso: culturas, tradições e pessoas. Ano após ano, ataque após ataque(s), acabamos sempre por escrever as mesmas palavras! Décadas de más políticas de integração, de portas abertas para todos sem qualquer controlo nas entradas… Guetos criados nas principais cidades Europeias, zonas fechadas aos nacionais, onde a sharia e a ideologia islâmica imperam. Hoje, França foi novamente atacada pelos históricos inimigos da Europa. Hoje já não são usadas bombas, carros ou camiões: basta uma “pessoa” para aterrorizar as ruas e as igrejas. Hoje 3 pessoas morreram à mão dos islâmicos, 4 pessoas ficaram feridas. 2 foram decapitadas, logo de manhã, enquanto rezavam dentro da Basílica de Nice. As ruas foram preteridas pelos locais de culto dos Europeus. Estamos cansados de escrever grandes textos. Estamos cansados das escolhas daqueles que nos governam. Estamos cansados de não serem tomadas medidas que combatam o flagelo do islamismo radical nas suas ruas, nos nossos bairros, nas nossas cidades e nos nossos países. Estamos cansados de nos vermos a ser substituídos por outros que não os nossos filhos e netos. Hoje, só nos podemos solidarizar com os Franceses, com as famílias das vitimas e com todos aqueles que, à semelhança do Escudo Identitário, lutam por uma Europa diferente, nova e bela.
Defend Europe!

A nossa verdadeira Calamidade é esta Geringonça

20 mil milhões de euros em apoios da UE entre 2020 e 2027, fundos para alimentar os boys.50 mil empregos criados para a função pública, votos comprados com a desculpa de “dinamizar o Interior”. Uns trocos para o cidadão comum sob a forma de micro cortes nos impostos, mais uns negócios da China para os grandes magnatas da construção civil e agora a negociata do Hidrogénio. Entretanto, os hospitais sem investimento, os centros de saúde sem material, as escolas sem funcionários. O Governo, no entanto, afirma estar a tentar arquitectar uma solução para a pandemia, que passa por obrigar todos os Portugueses a terem instalada uma aplicação no telemóvel e a usarem máscara na rua. Mas, António Costa, o homem que detesta ser autoritário, parece estar mais preocupado em tentar tornar-se num Cincinato Português (talvez Luso-Indiano) ou em desviar atenções do orçamento de estado, do que em apresentar medidas e propostas sérias para combater a crise pela qual estamos a passar. Perante este governo que implementa normas e medidas que parecem ter sido retiradas de um romance distópico, o Escudo Identitário decidiu agir. Em Lisboa, Porto e Braga os Escudistas fizeram questão de lembrar aos portugueses qual é a verdadeira calamidade: A Geringonça. Os Portugueses têm direito a conhecer a verdade e a serem defendidos por quem os governa. O governo tem de cumprir os seus deveres e as suas funções, os senhores que o encabeçam, têm de começar a preocupar-se com aqueles que deviam proteger, defender e governar, e não com os negócios e capitais que querem atrair.

A nossa verdadeira Calamidade é esta Geringonça.

Juventude ao Poder

“Por todo o nosso universo, a juventude espera. Espera não sabe bem o quê, mas algo de diferente do que lhe prometem os doutores do marxismo ou do liberalismo. Espera, tem esperança em qualquer coisa de novo, que rompa com as idolatrias do presente. A juventude não crê no paraíso futuro, no vindouro reino da abundância que lhe oferece o marxismo, considerando tão rasteiro objectivo incapaz de legitimar os inflexíveis meios de terror empregados. E muito menos crê nas blandícias parlamentaristas e pluripartidárias, nas tentativas de castrar tudo quanto é enérgico, rude, impetuoso, trágico em nome de um conformismo sem conteúdo, de um ethos pequeno-burguês que se aterra perante o que é grande e digno e só conhece as regras da utilidade e, sobretudo, do conforto.
Essa juventude de hoje, revoltada e desorientada, que pretende achar na sua agitação e turbulência, senão uma palavra de ordem definitiva e insuperável, uma hierarquia de valores inabalável e inequívoca, numa ânsia incontida de absoluto?”

António José de Brito
in “Tempo Presente”, 20/12/60.

1º Aniversário do Escudo Identitário

Para comemorar o 1º aniversário do Escudo Identitário mais de 50 Escudistas e Patriotas juntaram-se numa sala de um restaurante e aquilo que começou com um jantar foi seguido por um concerto e terminou num convívio. O ambiente foi marcado por um lado pelo ambiente festivo da data e por outro pelo sentido de urgência que o nosso Portugal e a nossa Europa tanto requerem.

“Hoje mais do que nunca é preciso o Escudo Identitário. É preciso manter acessa a chama da conquista, a chama da juventude, a chama de Portugal.” – Foi uma das frases de um dos discursos proferidos durante o jantar e que serve como um dos lemas do Escudo, Escudo este que está a travar um importantíssimo combate neste momento pelo futuro.

Mais uma vez queremos agradecer a participação de todos sobretudo do grande José Campos e Sousa que nos presenteou com um grande concerto e uma sessão de declamação de poemas que não deixou ninguém indiferente. Foi sem dúvida um grande aniversário que teve uma grande adesão e, comparativamente ao ano passado, demonstra um forte crescimento. Que venham muitos mais anos!

Nem Esquerda nem Direita. Escudo Identitário!

NÃO AO TRÁFICO HUMANO

No dia 8 de Setembro o Escudo Identitário manifestou-se na Praça do Rossio contra aquilo que é convenientemente apelidado de Crise dos Refugiados. No final de 2018 quem afirma que as milhares de pessoas que atravessam diariamente o mediterrâneo são “refugiados” ou é intelectualmente desonesto ou simplesmente ignorante.

Trata-se absolutamente de tráfico humano, em que verdadeiras empresas, com financiamentos no mínimo suspeitos, sob o disfarce de ONG’s humanitárias, rebocam barcos da costa da Líbia em direcção à Europa. Sem dúvida um negócio extremamente lucrativo.

O Escudo não poderia ficar calado enquanto esta catástrofe se desdobra e sem medo protestou frente àqueles que criminosamente apoiam este tráfico. Da nossa parte podem esperar tudo menos a submissão. Não serão insultos nem ameaças de violência física por parte desses grupos que nos irão intimidar ou calar.

Somos e seremos sempre a primeira linha de defesa de Portugal, dos Portugueses e também da Europa.

MATTEO PRESENTE!

No dia 20 de Julho participámos numa conferência na qual estiveram presentes também os italianos da Casapound. Recentemente soubemos que Matteo de 29 anos, um militante deste movimento, faleceu enquanto escalava o Monte Cervino. Matteo, enquanto apaixonado por alpinismo morreu a fazer o que mais gostava.


De certa forma isto revela bem o Espírito Faustiano que tanto caracteriza os Europeus. A sede de conhecimento, de chegar mais longe e de se desafiar dia após dia mesmo com o risco da própria vida. Matteo foi, mas o espírito dele permanece em todos os patriotas. Patriotas estes que tanto em Itália, como em Espanha, França e agora em Portugal resolveram prestar-lhe uma última homenagem.

 
Matteo enfrentou a Montanha, Músculo e espírito perante o desafio, Lá no alto, onde o mundo Antigo e Sagrado encontram a nossa alma sempre jovem, sempre eterna. 

Matteo Presente!