O enraizamento do Homem à Terra que o rodeia e ao seu Povo

A imagem do lince ibérico não foi por nós escolhida ao acaso. O lince representa, tal como a identidade dos Povos Europeus, uma espécie ameaçada. Nas últimas décadas, tem sido feito um grande esforço para recuperar os habitats desta espécie, nomeadamente no Vale do Guadiana e na Andaluzia. Facto que nos orgulha e que nos dá alento para continuarmos a fazer o nosso trabalho. Não há ninguém que queira proteger mais o Meio Ambiente do que os Identitários: afirmamos o enraizamento do Homem à Terra que o rodeia e ao seu Povo. Os Povos Europeus, onde se incluem os Portugueses, são resultado das terras que pisam, de que se alimentam e onde habitam, como também da sua ascendência, dos seus antepassados, cultura e das suas origens. Somos, por isso, fruto da Terra e do Sangue.
O nosso entendimento sobre o Ambiente vai muito para além daquele que a esquerda defende: não pretendemos impor visões anti-natura aos Povos, muito menos entrar em devaneios ambientalistas que vêm destronar a própria hierarquia da Natureza.
O Escudo Identitário defende por isso uma nova visão ecológica, que possa conjugar o desenvolvimento económico com a essencial protecção da Natureza e dos seus recursos, respeitando tradições étnicas e culturais dos diferentes povos, abandonado ainda o materialismo selvagem que não olha a meios para obter os tão desejados lucros.

Notícia: https://www.wilder.pt/…/nasceram-as-primeiras-crias-de…/

Tradição da máscara ibérica

Os caretos ou coretos do Douro e Trás-os-Montes inserem-se na tradição da máscara ibérica do entrudo.

A tradição envolve jovens rapazes em correrias pelas aldeias a fazer todo o tipo de tropelias e violências sobre a população, algumas com teor cómico, outras de carácter punitivo, como que a sentenciar transgressões às normas morais da sociedade.

Os diabretes mascarados criam assim um clima de “terror sagrado” que é ao mesmo tempo uma comédia do ridículo, levando atrás de si a brincadeira, o castigo, o rebuliço, o susto, etc. O entrudo português, dentro da sua génese identitária europeia, é uma cerimónia de purificação espiritual e um exemplo de religiosidade popular.

A Democracia cheira a livros queimados

Livrarias que só vendam livros têm de permanecer encerradas. Mais uma lei incompreensível para mais um confinamento injustificável.
Mais uma vez, são os pequenos comerciantes que se vêm desprotegidos perante a concorrência dos grandes. O resultado será o encerramento de espaços que permitiam que outro pensamento que não o oficial floresça.

Dia da Restauração da Independência

Hoje, dia da Restauração da Independência, o Escudo Identitário fez questão de homenagear, com uma coroa de flores, os “famosos de 40 que lutaram com ardor”. Esta efeméride deve ser entendida como um apelo ao combate para todos os portugueses, pois foi nesta data que se provou que a nossa liberdade só é verdadeiramente alcançada com esforço e sacrifício. A melhor forma de honrarmos os bravos de 1640 é não baixarmos os braços e não nos conformarmos com as injustiças e traições do presente. Acreditamos que todos nós, Escudistas e Portugueses, “repetir saberemos as proezas Portuguesas”.

“P’rá Frente! P’rá Frente!”

Honrar os antepassados (1914-1918)

A 11 de novembro de 1918 parou a guerra na Europa.
Depois de autênticos banhos de sangue e de uma chacina nunca antes vista, a Europa conseguiu pela primeira vez, desde 1914, vislumbrar a paz. Infelizmente, essa paz foi alcançada através supremacia dos “grandes” vencedores e não pela justiça entre as Nações, tendo, subsequentemente, conduzido a uma nova instabilidade europeia , dada a sua ineficácia em tratar como iguais todos os povos europeus, já que, essa paz, desprezou certos vencedores e esmagou todos os vencidos.
O Escudo Identitário lembra hoje os nossos antepassados que, combatendo sob a sombra da nossa bandeira nacional e cumprindo o seu dever perante as tristes decisões políticas de então, honraram Portugal com a sua bravura e heroísmo, consagrando à Pátria todo o amor e sacrifício que lhe puderam oferecer. Nas trincheiras lamacentas dos campos da Flandres, longe da Pátria e da família, esses Portugueses juntaram-se, em espírito ou em exemplo, a todos os nossos heróis do passado que, tal como eles, portaram os nossos estandartes por “perigos e guerras esforçados”.
Lembramos também todos os soldados de toda a Europa que pereceram defendendo a honra das suas nações num conflito que pôs irmão contra irmão.
Saibamos entender e honrar o sacrifício de todos os soldados de todas nações, para lutarmos agora, no nosso tempo, por uma Europa unida, respeitando a liberdade soberana de todas as Pátrias e unindo-as, como Mãe de todos os povos europeus, rumo a uma gesta que nos levará a uma nova era ao nível dos tempos gloriosos do nosso passado mais luminoso.

EUROPA-NAÇÃO-REVOLUÇÃO

Juventude ao Poder

“Por todo o nosso universo, a juventude espera. Espera não sabe bem o quê, mas algo de diferente do que lhe prometem os doutores do marxismo ou do liberalismo. Espera, tem esperança em qualquer coisa de novo, que rompa com as idolatrias do presente. A juventude não crê no paraíso futuro, no vindouro reino da abundância que lhe oferece o marxismo, considerando tão rasteiro objectivo incapaz de legitimar os inflexíveis meios de terror empregados. E muito menos crê nas blandícias parlamentaristas e pluripartidárias, nas tentativas de castrar tudo quanto é enérgico, rude, impetuoso, trágico em nome de um conformismo sem conteúdo, de um ethos pequeno-burguês que se aterra perante o que é grande e digno e só conhece as regras da utilidade e, sobretudo, do conforto.
Essa juventude de hoje, revoltada e desorientada, que pretende achar na sua agitação e turbulência, senão uma palavra de ordem definitiva e insuperável, uma hierarquia de valores inabalável e inequívoca, numa ânsia incontida de absoluto?”

António José de Brito
in “Tempo Presente”, 20/12/60.

SÍMBOLO E RAZÃO DE EXISTÊNCIA

Essencialmente, o lince ibérico é um animal, tal como o nome indica, autóctone da Península Ibérica, que se encontra em vias de extinção. Assim como este animal se encontra em vias de extinção, pensamos que também as tradições, a cultura, a civilização e os valores que defendemos estão a ser fortemente ameaçados. Da mesma forma que há quem defenda o lince ibérico e lute contra a sua extinção, nós, Escudo Identitário, lutamos pela defesa dos valores nacionais, pela nossa cultura, pelas nossas tradições e pela nossa civilização.

Fundamentalmente, lutamos pela nossa identidade e pelos Portugueses!