Manifesto

O Escudo nasce como grito de guerra contra o desânimo e a renúncia.

O desânimo que nascia de um mundo sem heroísmo, sem energia, sem garra e sem sonhos, um mundo movimentado pelas flutuações das bolsas de valores e pelas conspirações à porta fechada, urdidas no escuro e longe do olhar e do interesse do Bem Comum.

A renúncia a uma identidade portuguesa, a abdicação dos nossos valores e da nossa soberania, a rendição aos grandes interesses e aos grandes blocos económicos.

Hoje em dia a direita e a esquerda não são mais do que diferentes categorias emocionais que perpetuam uma aparência de alternativa.

O Escudo localiza-se acima das guerras partidárias da IIIª República, uma vez que quer ser alternativa e não mera opção. O Escudo é acima de tudo escudista, caminha livre e certeiro em direcção a uma nova era.

Lisboa, 2019