COVID – COSTA – CRISE

Mais um confinamento inútil a condenar o país à pobreza e à fome. A OMS já advertiu que os confinamentos não podem ser aplicados repetidamente. Os dados provam que os confinamentos têm uma eficácia reduzida. O governo sabia que os números de infectados ia aumentar no Inverno e não fez nada para preparar o SNS.

A comunicação social limita-se a repetir a propaganda do governo. O partidos e os media podem acreditar na necessidade de seguir a corrente, como os cadáveres, aceitando a progressiva redução das nossas liberdades. Nós por cá mantemo-nos irredutíveis e de pé entre as ruínas e é assim, verdadeiramente livres e  verdadeiramente rebeldes, que cobrimos mais uma vez Portugal com os nossos cartazes, de Norte a Sul, em Guimarães, Braga, Porto, Paredes, Ermesinde, Cascais, Lisboa e Faro, toda uma juventude em protesto contra a decadência do Sistema. 

Em breve estaremos em Coimbra e Viseu. O campo de acção do Escudo está cada vez maior.Junta-te à revolução escudista. Defende o Futuro.

A nossa verdadeira Calamidade é esta Geringonça

20 mil milhões de euros em apoios da UE entre 2020 e 2027, fundos para alimentar os boys.50 mil empregos criados para a função pública, votos comprados com a desculpa de “dinamizar o Interior”. Uns trocos para o cidadão comum sob a forma de micro cortes nos impostos, mais uns negócios da China para os grandes magnatas da construção civil e agora a negociata do Hidrogénio. Entretanto, os hospitais sem investimento, os centros de saúde sem material, as escolas sem funcionários. O Governo, no entanto, afirma estar a tentar arquitectar uma solução para a pandemia, que passa por obrigar todos os Portugueses a terem instalada uma aplicação no telemóvel e a usarem máscara na rua. Mas, António Costa, o homem que detesta ser autoritário, parece estar mais preocupado em tentar tornar-se num Cincinato Português (talvez Luso-Indiano) ou em desviar atenções do orçamento de estado, do que em apresentar medidas e propostas sérias para combater a crise pela qual estamos a passar. Perante este governo que implementa normas e medidas que parecem ter sido retiradas de um romance distópico, o Escudo Identitário decidiu agir. Em Lisboa, Porto e Braga os Escudistas fizeram questão de lembrar aos portugueses qual é a verdadeira calamidade: A Geringonça. Os Portugueses têm direito a conhecer a verdade e a serem defendidos por quem os governa. O governo tem de cumprir os seus deveres e as suas funções, os senhores que o encabeçam, têm de começar a preocupar-se com aqueles que deviam proteger, defender e governar, e não com os negócios e capitais que querem atrair.

A nossa verdadeira Calamidade é esta Geringonça.