O enraizamento do Homem à Terra que o rodeia e ao seu Povo

A imagem do lince ibérico não foi por nós escolhida ao acaso. O lince representa, tal como a identidade dos Povos Europeus, uma espécie ameaçada. Nas últimas décadas, tem sido feito um grande esforço para recuperar os habitats desta espécie, nomeadamente no Vale do Guadiana e na Andaluzia. Facto que nos orgulha e que nos dá alento para continuarmos a fazer o nosso trabalho. Não há ninguém que queira proteger mais o Meio Ambiente do que os Identitários: afirmamos o enraizamento do Homem à Terra que o rodeia e ao seu Povo. Os Povos Europeus, onde se incluem os Portugueses, são resultado das terras que pisam, de que se alimentam e onde habitam, como também da sua ascendência, dos seus antepassados, cultura e das suas origens. Somos, por isso, fruto da Terra e do Sangue.
O nosso entendimento sobre o Ambiente vai muito para além daquele que a esquerda defende: não pretendemos impor visões anti-natura aos Povos, muito menos entrar em devaneios ambientalistas que vêm destronar a própria hierarquia da Natureza.
O Escudo Identitário defende por isso uma nova visão ecológica, que possa conjugar o desenvolvimento económico com a essencial protecção da Natureza e dos seus recursos, respeitando tradições étnicas e culturais dos diferentes povos, abandonado ainda o materialismo selvagem que não olha a meios para obter os tão desejados lucros.

Notícia: https://www.wilder.pt/…/nasceram-as-primeiras-crias-de…/

A habitação não é um jogo

O Escudo Identitário lamenta que não tenha havido um grande planeamento de modo a assegurar o direito de habitação para os Portugueses que auferem menos rendimentos e que, evidentemente, se encontram mais vulneráveis.

Esperamos, naturalmente, que seja dada uma resposta eficaz face a este problema como a isenção do pagamento de IMI, extensão de moratórias e um plano para a restruturação de dívidas para famílias portuguesas mais vulneráveis. O que não poderemos assistir é ao despejo de 60 mil famílias das suas casas.

Nos tempos em que estamos a viver, urge salvaguardarmos o Direito à habitação, pelo que, este não poderá ser submetido ao interesses do Capital, sejam estes oriundos dos bancos, do Estado ou de Bruxelas.

A crise que atravessamos é sui generis

Infelizmente, em 10 anos, o cenário não mudou. Em 2011 enfrentámos a crise de frente: uns a entrar nas universidades, outros a entrar no mercado de trabalho. Sofríamos com os problemas crónicos de uma geração que, apesar de ser a mais qualificada, tinha uma grande dificuldade em encontrar trabalho e com salários que possibilitassem sonhar com condições melhores que aquelas que os nossos pais tiveram. Passados 10 anos, vemos que a realidade não mudou. Os que estavam a entrar nas universidades procuram hoje trabalho estável sem andarem a saltitar de estágio em estágio. Os que estavam a entrar no mercado de trabalho sofrem hoje com a precariedade, salários baixos e instabilidade laboral. Vidas suspensas sem expectativas de melhorias.

A crise que atravessamos é sui generis. Sabemos que veio no meio da aparente recuperação económica (que nunca chegámos a sentir nas nossas vidas). O Governo desdobra-se em anúncios de medidas e apoios que tardam a chegar ao seu destino – as pessoas. Entretanto, nós, jovens, estamos em casa fechados, privados de liberdade e recursos financeiros que nos permitam ver para além dos confinamentos e estados de emergência sucessivos. Queremos que o reconhecimento da geração mais bem preparada seja efectivado: melhores salários, empregos estáveis. No fundo, algo que nos faça sonhar com o futuro. Apelamos a que as medidas anunciadas cheguem rapidamente às empresas e trabalhadores, especialmente os mais vulneráveis e os mais jovens. É crucial dar esperança a toda uma geração que se sente perdida.

Tradição da máscara ibérica

Os caretos ou coretos do Douro e Trás-os-Montes inserem-se na tradição da máscara ibérica do entrudo.

A tradição envolve jovens rapazes em correrias pelas aldeias a fazer todo o tipo de tropelias e violências sobre a população, algumas com teor cómico, outras de carácter punitivo, como que a sentenciar transgressões às normas morais da sociedade.

Os diabretes mascarados criam assim um clima de “terror sagrado” que é ao mesmo tempo uma comédia do ridículo, levando atrás de si a brincadeira, o castigo, o rebuliço, o susto, etc. O entrudo português, dentro da sua génese identitária europeia, é uma cerimónia de purificação espiritual e um exemplo de religiosidade popular.

A Democracia cheira a livros queimados

Livrarias que só vendam livros têm de permanecer encerradas. Mais uma lei incompreensível para mais um confinamento injustificável.
Mais uma vez, são os pequenos comerciantes que se vêm desprotegidos perante a concorrência dos grandes. O resultado será o encerramento de espaços que permitiam que outro pensamento que não o oficial floresça.

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A Solidariedade e a Identidade são conceitos indissociáveis

Mais uma vez, o Escudo Identitário vem provar que não nos podemos esquecer dos mais necessitados nas alturas de maior tormento. Hoje, os Escudistas da Região de Lisboa, dirigiram-se ao Centro Social Paroquial de S. Pedro e S. João do Estoril para reafirmar a certeza de que a Solidariedade e a Identidade são conceitos indissociáveis, pois só ajudando os nossos é que provamos que somos dignos de os representar e defender. O Escudo nunca deixará de empregar o seu combate pela Justiça Social ao serviço da sua Causa Identitária e Escudista!

Para doações via paypal: shop@mail.escudismo.com