Atividade de solidariedade no Porto

Numa altura em que o país está novamente confinado, muitos portugueses estão em casa. Porém, há muitos outros que, por questões da vida e outros azares, têm de estar e viver na rua, muitas vezes longe dos olhares dos Portugueses. Ontem, o Escudo Identitário saiu à rua mais uma vez para ajudar aqueles que mais precisam. A luta política faz-se também no campo da solidariedade para com aqueles que mais precisam da nossa ajuda. Mesmo que obrigados a ficar em casa, não deixaremos de agir pelos nossos.

Doações via paypal: shop@mail.escudismo.com

COVID – COSTA – CRISE

Mais um confinamento inútil a condenar o país à pobreza e à fome. A OMS já advertiu que os confinamentos não podem ser aplicados repetidamente. Os dados provam que os confinamentos têm uma eficácia reduzida. O governo sabia que os números de infectados ia aumentar no Inverno e não fez nada para preparar o SNS.

A comunicação social limita-se a repetir a propaganda do governo. O partidos e os media podem acreditar na necessidade de seguir a corrente, como os cadáveres, aceitando a progressiva redução das nossas liberdades. Nós por cá mantemo-nos irredutíveis e de pé entre as ruínas e é assim, verdadeiramente livres e  verdadeiramente rebeldes, que cobrimos mais uma vez Portugal com os nossos cartazes, de Norte a Sul, em Guimarães, Braga, Porto, Paredes, Ermesinde, Cascais, Lisboa e Faro, toda uma juventude em protesto contra a decadência do Sistema. 

Em breve estaremos em Coimbra e Viseu. O campo de acção do Escudo está cada vez maior.Junta-te à revolução escudista. Defende o Futuro.

Um povo sem história é um povo sem presente

A cada dia que passa sucedem-se os atentados ao património histórico-arqueológico em Portugal. Um pouco por toda a parte, empresários sem escrúpulos, grandes conglomerados estrangeiros e agentes económicos vários, sempre respaldados e protegidos pelos comparças instalados no poder local, têm carta branca para em poucos dias reduzir a escombros a herança milenar legada pelos ilustres antepassados que habitaram estas costas atlânticas. A agricultura intensiva, a extração de recursos minerais ou florestais e os empreendimentos turísticos ou industriais são as desculpas usadas para justificar a destruição do património, sempre sob a capa do crescimento e desenvolvimento económico. A própria justiça, sempre comprometida com interesses económicos obscuros, faz vista grossa aos inúmeros crimes cometidos contra o património público, cada vez mais desprezado pelas políticas deste (des)governo sem rumo. As queixas-crime são sucessivamente arquivadas e os autores dos crimes saem impunes. Nem mesmo o Património Mundial classificado escapa incólume ao vandalismo e destruição perpetrados por ignóbeis sem consciência. Sem uma agenda concreta na defesa do património material e imaterial, vão definhando tradições intemporais e caíndo em ruína os vestígios da obra e da história da povo lusitano. Mas um povo sem história, é um povo sem presente, e um povo sem presente não pode ter esperança de futuro. Sob a falsa bandeira do crescimento económico autarquias vão dando o aval à destruição de importantes locais de reunião e de culto que resistiram à passagem dos séculos ao longo e chegaram até aos nossos dias. De forma criminosa, autarquias aprovam projectos milionários, sem qualquer critério paisagistíco, histórico ou artístico, para que com orçamentos derrapantes, possam encher os bolsos com os impostos do conrtibuinte. É dever obrigatório de todos portugueses serem incansáveis na defesa vigorosa e incondicional das tradições dos antepassados e monumentos do passado, contra todos aqueles que querem ver destruídas as raízes da nação. Ergue-te, defende o passado. Defende o futuro.

Presidenciais 2021

Para a escolha de candidato nas presidenciais, o Escudo distingue as seguintes características que qualquer Chefe de Estado deve ter:

1. Defender a rede de transportes públicos nacionais, especialmente a negligenciada rede de caminhos de ferro. Melhores transportes significa mais condições de trabalho e mais tempos livres.

2. Defender o trabalhador português da precariedade salarial que nasce do abuso da lei laboral e da Imigração excessiva.

3. Defender uma rede de serviços públicos, sejam de saúde, correios, justiça, segurança, etc., que se estendam a todo o país. O Estado tem um papel importante no combate contra a desertificação do país e os interesses estratégicos do país exigem que se volte a valorizar os distritos e concelhos do Interior.

Estes são os pontos que o Escudo considera vitais na agenda de um Chefe de Estado. Menos do que isto é estar preocupado com matérias inúteis.

Liberdade de expressão

Prestamos hoje solidariedade para com a Secretária Internacional da National Corps, Olena Semenyaka que injustamente foi extripada de uma bolsa para ajudas de custo para a sua investigação académica pelo simples motivo de ter um pensamento que vai contra a corrente do politicamente correcto. O Escudo repudia tais actos de discriminação e de opressão para com a liberdade de expressão. Infelizmente é cada vez mais frequente as pessoas terem de reprimir o seu pensamento se o mesmo não for de acordo com a doutrina pregada das virgens ofendidas, pois pode afectar meia dúzia de indignados na internet que passam o dia a regurgitar insultos e falácias contra aqueles que dispõem de um dom: o de livre pensamento.

Segue abaixo o link da notícia: https://www.vice.com/…/austrian-academic-institute…

2021

Não vamos mentir: pensávamos que ia ser um ano diferente. Tínhamos acções e encontros pensados, temas a abordar. Entretanto, veio a pandemia. Foi um ano difícil para os Portugueses. Milhares ficaram sem trabalho, sem familiares e amigos, sem dinheiro para viver, sem vivências. Dos que tiveram a sorte de manter o trabalho, muitos foram obrigados a manter-se em casa, sem possibilidade de manter a sua vida social. Foi um ano penoso.
O Escudo foi também obrigado a manter-se afastado das acções de rua, alterando a sua maneira de agir: optámos por sugerir livros durante o primeiro confinamento, numa tentativa de dar a conhecer os bons clássicos que constroem o Homem. Ainda assim, já mais perto do final do ano, conseguimos voltar à rua, com as caminhadas, os convívios, as acções e, sobretudo, a tão esperada inauguração da nossa sede, no Porto. Conseguimo-nos manter em pé num mundo que estava em ruínas.
Nesta passagem de ano, o Escudo Identitário deseja que 2021 seja um grande ano para os Portugueses, sobretudo para aqueles que, ao nosso lado, combatem pelo bem-estar, desenvolvimento e identidade do Povo Português. Esperamos que a doença do Covid (tanto aquela que existe, como aquela que se criou na cabeça das pessoas) desapareça, dando origem a um ponto de viragem para os Portugueses.

Queremos que 2021 seja o início da caminhada para um Portugal melhor. Podem sempre contar connosco para defender o Futuro!

Dia da Restauração da Independência

Hoje, dia da Restauração da Independência, o Escudo Identitário fez questão de homenagear, com uma coroa de flores, os “famosos de 40 que lutaram com ardor”. Esta efeméride deve ser entendida como um apelo ao combate para todos os portugueses, pois foi nesta data que se provou que a nossa liberdade só é verdadeiramente alcançada com esforço e sacrifício. A melhor forma de honrarmos os bravos de 1640 é não baixarmos os braços e não nos conformarmos com as injustiças e traições do presente. Acreditamos que todos nós, Escudistas e Portugueses, “repetir saberemos as proezas Portuguesas”.

“P’rá Frente! P’rá Frente!”

Racismo ou Hipocrisia?

Daqui a umas horas vai aparecer o Polígrafo a justificar o apelo de Mamadou Ba à morte do homem branco.
Vão dizer que esse apelo era figurativo, inspirado pela filosofia de Frantz Fanon, um intelectual anti-colonialista.
O que o Polígrafo vai esquecer, ou vai esconder, é que Fanon defendeu a remoção dos colonos franceses da Argélia “com todos os meios necessários”. Ou seja, violência sobre a população civil, ou seja, sabotagem e terrorismo.
Mamadou Ba é um símbolo de um pós-marxismo que, derrotado na luta social e esquecido pelo proletariado, readapta a sua doutrina ao materialismo racialista.
Para este materialismo, a nossa civilização e cultura é apenas um mundo de Homens brancos assassinos e colonialistas a ser derrubado, pela violência se necessário. O mesmo mundo que lhe paga o salário e lhe presta repetidas homenagens.