Honrar os antepassados (1914-1918)

A 11 de novembro de 1918 parou a guerra na Europa.
Depois de autênticos banhos de sangue e de uma chacina nunca antes vista, a Europa conseguiu pela primeira vez, desde 1914, vislumbrar a paz. Infelizmente, essa paz foi alcançada através supremacia dos “grandes” vencedores e não pela justiça entre as Nações, tendo, subsequentemente, conduzido a uma nova instabilidade europeia , dada a sua ineficácia em tratar como iguais todos os povos europeus, já que, essa paz, desprezou certos vencedores e esmagou todos os vencidos.
O Escudo Identitário lembra hoje os nossos antepassados que, combatendo sob a sombra da nossa bandeira nacional e cumprindo o seu dever perante as tristes decisões políticas de então, honraram Portugal com a sua bravura e heroísmo, consagrando à Pátria todo o amor e sacrifício que lhe puderam oferecer. Nas trincheiras lamacentas dos campos da Flandres, longe da Pátria e da família, esses Portugueses juntaram-se, em espírito ou em exemplo, a todos os nossos heróis do passado que, tal como eles, portaram os nossos estandartes por “perigos e guerras esforçados”.
Lembramos também todos os soldados de toda a Europa que pereceram defendendo a honra das suas nações num conflito que pôs irmão contra irmão.
Saibamos entender e honrar o sacrifício de todos os soldados de todas nações, para lutarmos agora, no nosso tempo, por uma Europa unida, respeitando a liberdade soberana de todas as Pátrias e unindo-as, como Mãe de todos os povos europeus, rumo a uma gesta que nos levará a uma nova era ao nível dos tempos gloriosos do nosso passado mais luminoso.

EUROPA-NAÇÃO-REVOLUÇÃO

Defend Europe!

Estamos cansados de escrever grandes textos, com palavras de revolta e tristeza por ver a nossa Europa a ser tomada por dentro, a ser substituída por algo que não é nosso: culturas, tradições e pessoas. Ano após ano, ataque após ataque(s), acabamos sempre por escrever as mesmas palavras! Décadas de más políticas de integração, de portas abertas para todos sem qualquer controlo nas entradas… Guetos criados nas principais cidades Europeias, zonas fechadas aos nacionais, onde a sharia e a ideologia islâmica imperam. Hoje, França foi novamente atacada pelos históricos inimigos da Europa. Hoje já não são usadas bombas, carros ou camiões: basta uma “pessoa” para aterrorizar as ruas e as igrejas. Hoje 3 pessoas morreram à mão dos islâmicos, 4 pessoas ficaram feridas. 2 foram decapitadas, logo de manhã, enquanto rezavam dentro da Basílica de Nice. As ruas foram preteridas pelos locais de culto dos Europeus. Estamos cansados de escrever grandes textos. Estamos cansados das escolhas daqueles que nos governam. Estamos cansados de não serem tomadas medidas que combatam o flagelo do islamismo radical nas suas ruas, nos nossos bairros, nas nossas cidades e nos nossos países. Estamos cansados de nos vermos a ser substituídos por outros que não os nossos filhos e netos. Hoje, só nos podemos solidarizar com os Franceses, com as famílias das vitimas e com todos aqueles que, à semelhança do Escudo Identitário, lutam por uma Europa diferente, nova e bela.
Defend Europe!

Juventude ao Poder

“Por todo o nosso universo, a juventude espera. Espera não sabe bem o quê, mas algo de diferente do que lhe prometem os doutores do marxismo ou do liberalismo. Espera, tem esperança em qualquer coisa de novo, que rompa com as idolatrias do presente. A juventude não crê no paraíso futuro, no vindouro reino da abundância que lhe oferece o marxismo, considerando tão rasteiro objectivo incapaz de legitimar os inflexíveis meios de terror empregados. E muito menos crê nas blandícias parlamentaristas e pluripartidárias, nas tentativas de castrar tudo quanto é enérgico, rude, impetuoso, trágico em nome de um conformismo sem conteúdo, de um ethos pequeno-burguês que se aterra perante o que é grande e digno e só conhece as regras da utilidade e, sobretudo, do conforto.
Essa juventude de hoje, revoltada e desorientada, que pretende achar na sua agitação e turbulência, senão uma palavra de ordem definitiva e insuperável, uma hierarquia de valores inabalável e inequívoca, numa ânsia incontida de absoluto?”

António José de Brito
in “Tempo Presente”, 20/12/60.